Seminário para ETs
O Seminário promovido pelo MinC teve uma característica observada por alguns participantes: Os palestrantes voavam muito alto. A gente queria uma coisa mais dia-a-dia, mas rasteira, mas o que ouvimo parecia um evento de comadres, com muito palavreado bonito.
Os palestrantes, em grande número em cada horário, sem exceção, reclamavam do pouco tempo para exporem suas idéias. Pra que tanta gente?
Alguns se destacaram pela irreverência ou ousadia, como Alexandre Matias, jornalista, afirmando pra quê o diploma de jornalista?
Felipe Machado, do Recife, foi mais além: fêz críticas ácidas, levando a platéia ao delírio.
No mais, perfeitamente dispensáveis, apesar do esforço, ou de uma exceção como a Heloisa Buarque, que também reclamou do tempo, pois não conseguiu expor suas idéias, embora a platéia desejasse isso.
Teve um palestrante, que não vou citar o nome por motivos não tão óbvios, que não dizia coisa com coisa, intercalando expressões como "arrrrrrrrrrrrrrrrrr". Terrível!
O apelo, pela imprensa, dava conta que seriam palestras sobre Cultura na Interner, mas, quem foi, decepcionou-se, como eu. Queria ouvir alguma coisa mais factível como WebTV ou música na internet, mas ficou para uma outra vez indeterminada.


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