NOTÍCIAS CULTURAIS
MELHORES DO MUNDO
O grupo se apresenta no Tetro da UFPe em maio; fique alerta para reservar lugar, não vai dar pra quem quer. Quem quiser ver o quadro Joseph Climber vai ter que ficar alerta. Estão programados os dias 5 e 6. Se você quer ver o vídeo de Joseph Climber, clique aqui.
FOLHA DE PERNAMBUCO - 13 de março de 2007
Pesquisa aponta PT como mais corrupto BRASÍLIA (AE) - A mais recente pesquisa de opinião pública realizada pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, trouxe aos integrantes do partido motivos de preocupação. A má notícia é que, aos olhos da população, o partido ainda vive o dilema da crise ética e terá trabalho se quiser deixar para trás as marcas dos escândalos do mensalão e do ‘dossiê Vedoin’. Quando a pergunta é qual partido tem mais políticos corruptos, os resultados são ruins como há um ano: o PT aparece na dianteira, com 30% das citações. Em segundo lugar está o grupo dos que não sabem, com 21%, e em terceiro lugar os que responderam “todos”. Em março do ano passado, 27% dos entrevistados apontaram o PT como o partido com mais corruptos. As entrevistas foram realizadas entre 24 e 27 de novembro e os resultados foram apresentados ao Diretório Nacional do partido no mês passado. A partir da próxima semana, as informações estarão disponíveis no site da fundação (www.fpabramo.org.br).
FOLHA DE PERNAMBUCO - 13 de março de 2007
CHICO SCIENCE Hoje, dois aniversários vão ganhar homenagens nos museus e espaços culturais na cidade. No dia em que Chico Science completaria 41 anos, sua história ganhará uma revisão completa com a exposição “Imaginário de Chico”, que acontece de hoje a sábado na casa 21 do Pátio de São Pedro.
Fotos e ilustrações pretendem traçar um painel afetivo da relação entre as experiências pessoais do músico com as idéias que defendia como artista. “O fato de ter morado perto do rio e catado caranguejo quando criança, sem dúvida, influenciou sua obra”, argumenta Maria Eduarda Belém, curadora da mostra e ex-namorada do músico.
As fotografias foram cedidas pela família do artista e pela Agência Imago. Várias dessas imagens se transformaram em monóculos, pendurados para que os espectadores entrassem em contato com a maioria dos registros, alguns deles inéditos. No sobrado do Pátio de São Pedro, também será posta uma linha do tempo, que mostra a evolução de sua carreira. O texto de apresentação foi escrito por Renato L. Há planos de que o mesmo local receba um memorial em homenagem ao cantor. Na ocasião, o designer Mabuse também vai lançar o “Projetio Wikimangue”, uma página na Internet onde qualquer um pode postar textos a respeito do manguebeat. Apesar de a cidade do Recife ter comemorado seus 470 anos ontem, é a partir de hoje que o Museu da Cidade do Recife dá sua contribuição para a data.
O local vai abrigar, pela segunda vez em um ano, a exposição “História de Muitos - Evolução Urbana do Recife”, com mapas, plantas, fotografias e painéis sobre como a cidade evoluiu desde o período holandês até os dias atuais. Os objetos ficarão à mostra até que outra exposição também tenha como tema o Recife. Já a mostra “O Frevo no Acervo do Museu da Cidade do Recife” foi prorrogada, com 50 imagens em preto e branco englobando o período de 1944 a 1958, que foram do Centro de Documentação da Prefeitura do Recife. O museu também exibirá trechos de letras de frevos. “Imaginário de Chico” Abertura: Hoje, às 19h Casa 21 do Pátio de São Pedro, bairro de São José “História de Muitos - Evolução Urbana do Recife” e “O Frevo no Acervo do Museu da Cidade do Recife” Museu da Cidade do Recife - Forte das Cinco Pontas, s/n, Bairro de São José Visitação: Terça a sexta, das 9h às 17h; Sábados, domingos e feriados das 13h às 17h Informações: 3232-2833
FOLHA DE PERNAMBUCO - 13 de março de 2007
ANA ALVES

Anna Alves mora em Paulista e é professora. Ela leciona ensino religioso e arte musical no Educandario Nossa Senhora de Lourdes. Sua história, por ser verdadeira, foge do perfil da maioria dos novos músicos brasileiros, aqueles que são encontrados pela fama ao mesmo tempo em que criam uma complexa biografia de ficção. Anna Alves não escreveu a primeira música aos três anos, nem descobriu na família uma linhagem de grandes medalhões da MPB. É uma pessoa comum, que acreditou na vontade de cantar e batalhou para isso acontecer. E com o segundo disco sendo lançado 100% independente, ela pode dizer que conseguiu. “De Bem”, novo trabalho dela, apresenta-se num encarte charmoso e sem excessos. Com tiragem inicial de mil cópias, mostra uma necessidade de se expressar em ritmos mais dançantes. “É coisa de estado de espírito mesmo”, explica. Agora, Anna Alves está mais dançante, interessada por programações eletrônicas que dão um tom moderno a sua MPB. Das 11 faixas, seis são de autoria própria dela. Nas outras, regrava Chico Buarque, Billy Nelson e Júnior Chumbago. Uma ela reservou para saudar o primeiro disco, regravando “Bicho Lindo” com parceria de Santana. Com uma boa circulação nas rádios, considerando que ela não tem apoio de nenhuma produtora ou gravadora, ela acredita que o principal obstáculo para o sucesso, agora, são as televisões. “Talvez com a música mais pop ajude mais”, torce, mas garante que não foi com essa intenção que mudou um pouco o ritmo. Otimista, ela acredita que o que importa mesmo é que o disco está na praça. “De Bem” pode ser encontrado na Livraria Cultura, Vivace e Oficina da Música, sendo vendido por R$ 12.
NOVELAS Pensei que Vidas Opostas iria ser uma grande novela, mas o texto é incoerente, a direção claudicante e irreal. As cenas de tiroteio parece coisa de amadores, a prisão do filhinho de papai é incongruente: na vida real ele nunca seria preso.
FOLHA DE PERNAMBUCO - 13 de março de 2007
Mostra Rumos Dança Pernambucano exibiu sua memória corporal em espetáculo autobiográfico sobre as transformações pessoais. SÃO PAULO - Um corpo carrega informações ao longo da vida, acumula códigos corporais como também os transforma. O bailarino pernambucano Hélder Vasconcelos encerrou, na noite do último domingo, a Mostra Rumos Dança Itaú Cultural, em São Paulo, mostrando através do solo “Por Si Só” como este processo ocorre em seu corpo. Num espetáculo autobiográfico, Hélder revelou a sua memória corporal para tentar exibir a construção da identidade de um bailarino em transformação. Com uma narrativa linear apoiada em recursos tecnológicos, o artista, um dos fundadores do extinto grupo musical Mestre Ambrósio, demonstrou ao público sua busca por uma linguagem própria no cenário da dança contemporânea. A concepção do espetáculo partiu da reflexão de Hélder sobre a força geradora das transformações pessoais que acontecem “Por Si Só”. De acordo com o intérprete-criador, cada transformação é gerada por ações individuais, apesar das influências exteriores ao indivíduo. A idéia foi transportada para o palco de maneira bem pessoal, quase como um diário do corpo. No primeiro momento, o dançarino faz leves e lentos movimentos deitados no chão, como se fosse um despertar, o nascer do corpo. Na trilha, assinada pelo próprio bailarino, colagens de notícias sobre política, esportes e cultura da década de 70. Num segundo momento, baladas roqueiras e figurino de malha colada ao corpo para mostrar a relação do corpo com a velocidade e a adrenalina. No telão, projeções de fotos de Hélder quando era apenas um menino ciclista, que adorava fazer manobras radicais e participar de competições de bike cross. Neste momento, a proposta ainda parece estranha, sem dizer o que pretende com a simples exposição autobiográfica. A historinha continua com apresentação da gravação de música popular com instrumentos percussivos, trecho do primeiro espetáculo de Hélder “Espiral Brinquedo Meu”, e a exibição de um vídeo de uma brincadeira do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Aliança, onde Hélder aparece como brincante, um dançarino popular. Depois do vídeo, que quebra um pouco o ritmo do espetáculo, a coreografia no palco se torna mais interessante, mais inventiva e passa a dialogar de fato com as novas tecnologias. Com novo figurino, um paletó com mangas coloridas (uma clara referência ao folguedo do Cavalo Marinho), Hélder se mostra mais solto e executa novos movimentos de uma dança contemporânea própria, que não rejeita a rica formação do dançarino popular. A coreografia executada no palco ao vivo é filmada e retransmitida de forma múltipla e com velocidade irregular no telão. Como se estivesse concluindo a transformação, Hélder se despe, fica nu com sensores conectados ao corpo. Experimenta movimentos, reproduzidos no telão a partir de seus impulsos pessoais. Parece apenas o princípio para uma transformação que só começou.
FOLHA DE PERNAMBUCO - 13 de março de 2007
Chico Buarque
Os ingressos para o show mais esperado de Pernambuco começam a ser vendidos próxima segunda-feira, dia 19. Mesmo com o preço do ingresso inteiro a R$ 160 e R$ 80 para estudantes, a previsão do Centro de Convenções, pela quantidade de ligação que recebem, é que todo os três dias de apresentação se esgotem na primeiro dia de venda (Vou vender tudo e comprar o ingresso. Inesquecível).
FOLHA DE PERNAMBUCO - 13 de março de 2007
A DANÇA DE PERNAMBUCO NO PALCO PARA TURISTAS
Ir à Espanha e não assistir a um show de dança flamenca é um vacilo. Na Argentina, a pedida é degustar um bom vinho durante apresentações de tango. Na capital francesa, o programa noturno é freqüentar as casas que oferecem shows de cancã. Quem chega ao Recife, agora, pode conhecer mais sobre a cultura pernambucana, com o espetáculo “Viver Pernambuco”. Moradores da cidade também são bem-vindos, mas a proposta é ideal para turistas que queiram ouvir as músicas, observar as danças populares e até participar da festa, num ambiente confortável, com transporte saindo do hotel e ainda um buffet regional que inclui pratos e bebidas (exceto alcoólicas), assinado pela chef Rafaela Suassuna. Um grupo de bailarinos foi reunido para montar o espetáculo que segue os moldes do Balé Popular do Recife. A história é conduzida pelos personagens Mateus e Catirina, que apresentam os ritmos pernambucanos no desenrolar da peça. Eles interagem com o público, chamam para dançar, ensinam passos de frevo e cavalo-marinho. O colorido toma conta do palco, que conta ainda com uma banda de oito músicos. O resultado é o que eles próprios chamam de um “maracatu de orquestra”, com todos os instrumentos usados nas ruas, mas adaptados ao palco, voltado para mesas espalhadas pelo salão climatizado da casa de recepções Porto Fino, em Casa Forte. A direção é do turismólogo Felipe Dantas e a decoração, assinada por Romildo Alves. De acordo com a idealizadora do projeto, Jane Suassuna, a idéia é disponibilizar um programa que seja mais uma opção para recifenses e turistas, inclusive com pacotes que incluem o traslado, já disponíveis nos hotéis da cidade. “Pretendemos ser uma referência”, afirma Suassuna. Ao todo, são 60 pessoas envolvidas para que o jantar-espetáculo seja inaugurado hoje, às 19h. O buffet foi elaborado de maneira que a gastronomia nordestina fosse adaptada à cozinha contemporânea. A proposta é aproveitar dos ingredientes encontrados com facilidade na região: quem gosta de carpaccio, por exemplo, terá a oportunidade de experimentar a entradinha feita com carne de sol e vinagrete de cachaça e pedacinhos de caju. Espetáculo “Viver Pernambuco” Recepções Porto Fino Rua Sant’Anna, 65 - Casa Forte Todas as terças-feiras, às 19h, por R$ 80 Reservas: (81) 3268-3872


0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial