O CRIME COMPENSA, SIM
Vamos refrescar a memória:
O médico pediatra que dopava e abusava as crianças;
O estuprador que transava com as crianças viva, matava, transava com a criança morta; ah, e ainda cortava uns pedacinhos, colocava num frigideira (provavelmente teflon) uns pedacinhos da bundinha da criança e devorava ela novamente;
O doutor juiz acima de qualquer suspeita que roubava à luz do dia, curtia a noite nas boites, afanava milhões de reais;
O deputado que tinha uma paixão por serra elétrica, especialmente testando-a no corpo dos seus inimigos;
Finalizando, um promotor que apurava corrução no Banco do Brasil de pessoas que pegavam empréstimos para plantar mandioca, morreu assassinado.
O que em comum?
Todos foram e/ou estarão em liberdade em poucos anos.
E você como é que fica com essa cara de palhaço, idiota. Você, sim, internauta, é um idiota de um babaca, assim como eu, um tremendo de um babaca feito vocês, que ralamos, somos honestos, não roubamos nem um bozó nas Americanas, e morremos de medo de ser preso injustamente.
Pois é, palhaços! Nós temos um Q. I. menor do que uma barata!
De 4 em 4 anos votamos e escolhemos os mesmos corruptos deputados e senadores corrutos, como é reconhecidamente público. A minoria decente do Congresso não pode fazer nada. Nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada, nada.


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